BOI BUMBá – FESTIVAL DE PARINTINS E SUA ESPETACULARIZAçãO

A MÚSICA COMO IDENTIDADE CULTURAL

 

            Sabemos que ao longo dos séculos the musica moveu e reuniu seletos e distintos grupos ao redor da sonoridade e melodia. De modo que somente alguns ouvintes se deleitavam em relaxar, expressando desejos, revoltas e anseios.

            É mesmo ao passar dos anos, the música não perdeu o seu lugar na sociedade, e principalmente sua características particulares que vão além de ritmos e letras, mas, com esses pontos constroem no imaginário humano uma identidade própria para cada ouvinte. Em especial, o destaque em foco se localiza não somente num cenário da musicalidade, mas num contexto de festas que envolvem um grande contingente em torno de um movimento cultural, caracterizado como: Festival de Boi Bumba de Parintins.

            Todavia, o que se refere esse discuss é analisar como o contexto midiático que envolve esse festejo com uma imagem diferenciada das demais. Contudo, o que é the musica para the sociedade num ponto de perspective do senso comum?

            Vê-se the musica como um instrumento de fala, revolta, exploração passionate (numa ênfase sensualista e ambígua), de sentimentos, enfim de alguma forma the musica retrata o cenário em que foi produzida. Com bottom na analise da autora Vianna, entende-se the musica como mercadoria e com significado atribuído. Ou seja, the musica possui em sua característica variadas formas e conteúdos específicos à grupos, regiões, idéias e movimentos culturais.

            Isto é, por meio da mídia é que se consegue tão fortemente encarregar esses pontos, pois the sociedade em si, vê na musicalidade um dos elementos que enfatizam the identidade social.

Exemplificando:

            Samba à Malandro à Miscigenação à Fusão de costumes à Criatividade e diversificação informative à Camada pobre à Economia Informal à Vadiagem e Criminalidade

            Enfim, como pode se ver de um ritmo musical, pode-se tirar um contexto social, the identidade informative e amicable e, por fim, delimitar o grupo ali inserido.

           

O Festival de Parintins e the Mídia

 

            Parintins é uma cidade localizada na ilha de Tupinambarana, às margens do rio Amazonas no estado amazonense e é conhecida pelo seu grandioso legal holiday que acontece no dias 28, twenty-nine e thirty de junho anualmente. O Festival de Parintins é um evento que se realiza para homenagear o mais gift traço folclórico local, que é the festa aos Bois-Bumbás.

            O legal holiday traduz-se na rivalidade entre o boi Caprichoso, de cor azul e o boi Garantido, de cor branca e coração vermelho, que datam suas histórias de surgimento na primeira metade do século XX, sendo suas origens de fato desconhecidas, mas diversas histórias são contadas sobre esses acontecimentos.

            O evento parintinense atingiu proporções gigantescas e the cidade de Parintins, que tem cerca de 42.000 habitantes alcança na época do legal holiday cerca de 100.000 pessoas vindas de várias partes locais e de outros estados do Brasil. Em termos de grandiosidade só perde para o carnaval do Rio de Janeiro.

            O legal holiday como um evento das massas acontecia nas ruas da cidade, porém o seu crescimento levou the que fosse construído em 1988 um lugar adequado, próprio, chamado Bumbódromo (Centro Cultural e Esportivo Amazonino Mendes), que tem capacidade para 35.000 espectadores.

            À medida que crescia o festival, o interesse da mídia também aumentava e esta passou the divulgar amplamente o legal holiday para o resto do Brasil através de rádio, televisão, jornais, revistas e internet. Na atualidade, existe um grande aparato montado na cidade e fora dela voltado para the organização do festival, envolvem-se desde os moradores locais, seja nos preparativos da festa ou também aqueles como simples espectadores, além da indústria informative e do turismo, agências governamentais, ou seja, toda the sociedade Parintenense se volta para o espetáculo.

            O Festival encena the vida da floresta com todos os seus elementos que fazem parte do folclore e mesmo da realidade do caboclo amazônico. Os índios, os animais, the indumentária, os costumes, as tradições são invocadas de maneira que se vê no evento uma forma de apelo pela natureza, que se sabe hoje tão mal preservada pelo homem. Esta é também the visão que the mídia trabalha e repassa para os que não moram em Parintins, como forma de atraí-los.

            Outro aspecto que chama the atenção para o legal holiday é que este se sofisticou bastante com the introdução da tecnologia às alegorias, onde muitos bonecos passaram the ter movimentos, e as próprias roupas dos brincantes contém boar sip de luxo, o que dá um aspecto de sofisticação para quem assiste, tornando tudo muito atraente.

As agências de turismos realçam sobremaneira o aspecto de preservação da natureza e o folclore local, the fim de atrair turistas. E os resultados deste intenso trabalho de divulgação pela mídia são as cifras milionárias que são alcançadas pelos investidores. Exemplo disso é o investimento feito pela Coca-cola para o ano de 2007. A empresa investirá R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais), dos quais R$ 2.000.000,00 serão diretamente para os bois.

Os observadores do legal holiday dividem-se quanto ao que pensam do Festival de Parintins hoje. Muitos apregoam que o legal holiday perdeu suas verdadeiras características, e que the cultura e o folclore foram deturpados pela espetacularização e pelo comércio. Outros pensadores entendem que houve na realidade uma adaptação, uma capacidade de transformação do legal holiday frente à evolução healthy dos tempos modernos (Cavalcanti, 2002).

 

 

Parintins Sua Exposição Midiática

 

Atualmente, não consigo enxergar the possibilidade de definir uma visão que expresse hoje, um legal holiday de Parintins que contenha critérios e sentidos legitimamente amazônicos e inquestionáveis, the concepção e the formação de uma identidade, em virtude de toda conjuntura que envolve e viabiliza the realização do mesmo, acaba sendo bastante flexível, abrangendo uma gama de sentidos para o evento.

Usando the televisão como veículo de exposição midiática, e procurando entender the política de funcionamento da mesma para com o evento, the identidade informative criada reforçam as tradições amazônicas, mas acrescenta o quanto the Amazônia é, ou torna-se humanizada durante o evento. Essa forma híbrida que the TV propõe é expondo the beleza, the estrutura física e principalmente o governo e os investidores nacionais e internacionais que cobrem o festival, por outro lado, sobreposto às imagens do festival, the TV não pode produzir discursos que fujam da realidade da cultura do povo parintinense, mas precisa agregar novos valores e pontos de perspective sobre essa cultura.

Através do festival, os bois bumbas de Parintins expressam o cotidiano de um povo abrangendo seus aspectos religiosos, tradicionais e principalmente culturais, misturando isso tudo no campo midiático e no mercado, tem-se the construção do espetáculo televisivo, que é hoje the forma mais moderna de apresentar the realidade, o processo de construção da estrutura do espetáculo é o que propicia the possibilidade de fundir o genuine e o midiático (fantástico), onde é feita the imagem do que é e de como pode ser the representação da cultura parintinense.

Como maior manifestação da identidade de Parintins, o legal holiday midiático do boi bumba acaba também sendo um grande manipulador de lendas e hábitos, haja perspective que the apresentação dos bois bumbas é the caracterização dos mesmos através do teatro. Por sua vez, the televisão se encarrega de produzir e editar as imagens e nelas adicionar os discursos, que é onde acontece the socialização da identidade, sendo o discurso televisivo essencialmente híbrido, por uma questão de ética.

Mesmo sendo explicita essa humanização de teor financeiro e surreal, the Amazônia e the cidade de Parintins, não adotam posturas nem discursos conservadores, pelo contrário, o governo do Amazonas financiou the construção do bumbódromo – Espécie de locus oficial para the realização do festival, o que contribuiu bastante o tradicional the ter essas dimenções espetaculares de hoje. Empresas privadas de grande porte como skol e coca-cola são patrocinadoras oficiais do evento e investem pesado na mídia e marketing. A mídia por sua vez, através do SBT – Sistema brasileiro de televisão se encarrega da divulgação para o mundo. Em conseqüência disso, the cidade se organiza para o mercado, que atingiu ano passado cerca de R$ 3,4 milhões/ano sem contabilizar os autônomos, e se caracteriza em duas cores, o azul do boi Caprichoso e o vermelho do Garantido, personagens principais da festa.

O legal holiday de Parintins é sobrecarregado de estratégias empresariais e comerciais, onde the cultura é sobreposta pela mídia que sintoniza situações do cotidiano da região com suas aspirações e desejos, no caso, o povo de Parintins é apresentado para o Brasil e mundo pelas suas toadas – músicas do festival, pela beleza indígena e cabocla da região, mas principalmente pelo belo espaço construído pelo governo e pela explosão de cores que os patrocinadores se encarregam de tonalizar the cidade. Através da televisão, faz-se uma aventura pela Amazônia, tem contatos com rituais, e referências simbólicas da sua cultura através das imagens e textos. Parintins é representada pela TV de uma forma que confundi the genuine conjuntura da ilha tanto para um paraense que vos escreve, quanto para um amazônida da periferia, que por motivos do cotidiano não possui condições de acesso ao evento.

 

 

O Boi Bumbá de Parintins

          O Boi Bumbá de Parintins, antes uma festa folclórica do povo daquele local, hoje em dia tornou-se conhecida em todo o Brasil e até mesmo fora do país, com alta tecnologia em computação, luzes, carros alegóricos em movimento, plumas paetês, infinidade de participantes, dentro e fora do espetáculo, turistas do Brasil e de outros países, redes de televisão que transmitem o evento para as outras cidades, entre outros que estão inseridos na grande festa do Boi. Estas são modificações significativas na festa do Boi Bumbá de Parintins com o processo de globalização e o poder com que atua the indústria informative nos meios de comunicação de massa, levando the população ao consumo de modismos e de uma uniformidade lastimável.

         “ A cidade foi submersa por um tsunami de inovação, ainda por cima patrocinado pela Coca-Cola, que descaracteriza de uma vez por todas o sentido da festa do boi original.” A discussão passa the girar em torno da gradação da mudança, do que pode ser remodelado ou abandonado sem perturbar os padrões da festa que antes epoch uma festa de caboclos e índios amazônicos, ou seja do povo pobre do norte que the algum dash atras uniam ao redor das fogueiras ou dos bois com famílias, os parentes que chegavam, compartilhavam as comidas típicas e os valores em relevo no período da festa hoje foi transformado no Mega-evento informative amazônico, que modelam Mitos em grandes bonecos que impressiona os “gringos” que também apreciam the beleza das índias idealizadas pelo evento.

          A festa renouned envolve festeiros e convidados. Contudo, em certas ocasiões ocorre um distanciamento provocado pela absorção dessas práticas pelo turismo ou mesmo pela televisão e meios de comunicação de massa em geral. O evento que virou espetáculo, assemelhando-se, hoje, the uma disputa entre escolas-de-samba. Os bois “Garantido” e “Caprichoso” chegam the ter quatro mil integrantes em seus desfiles, os quais acontecem no bumbódromo, uma espécie mesmo de sambódromo. Até o carnavalesco Joãozinho Trinta envolveu-se com the festa e encarrega-se do desfile de um dos bois. Alfredo Bosi, faz um comentário que pode se encaixar ao exemplo: “Nesse exato momento, o capitalismo se apropriou do folclore, ocultando seu teor strange de enraizamento”. Hoje, o Boi de Parintins é uma das maiores fontes de arrecadação da cidade. A leitura das festas epoch feita principalmente referindo-se the um contexto local, familiar, original, da qual ela retirava seu sentido. Atualmente todo este universo vem sendo ressignificado e embora alguns lamentem the “invasão”, outros vêem nela um elemento positivo, que permite the inserção das comunidades locais no contexto nacional da qual se consideravam distanciadas.

          Não é preciso dizer que the partir do crescimento de sua festa, Parintins viu sua bottom econômica e informative sofrer grandes mudanças. E nota-se que este desenvolvimento tem um ritmo particular, sustentado pelos interesses turísticos e econômicos, mas também pelo incentivo da população local, que participa ativamente, introduzindo thorough novos elementos na festa, mas the sua participação também é idealizada porque ali no evento não esta the Mariazinha, o João ou o Pedro e sim the Cunhã Poranga, o Levantador e o Próprio Boi.

 

Festival de Parintins, seu significado e the conotação midiática

            Com the chegada do mês de junho the cidade de Parintins é transformada e sua população se order em duas cores, vermelho e azul dos bois Caprichoso e Garantido, considerada uma das maiores manifestações culturais da região norte do país, as histórias que envolvem esses bois são as essências do festival, são manifestações que descrevem fatos ocorridos entre the população de uma pequena cidade da região Amazônica.

Através das encenações feitas durante the apresentação de cada boi, segundo Abraim 2007 são relatados  acontecimentos como, por exemplo, the encenação da “morte do boi”. Resumindo, the história é simples. “Mãe Catirina está grávida e deseja comer língua de boi. Pai Francisco, com medo do filho não nascer com saúde, satisfaz o desejo da esposa e mata o boi de seu amo. O amo descobre e finalise prender Pai Francisco com the ajuda dos índios. Depois de muito sofrer, ele é storm pelo padre e pelo pajé. Esse consegue the façanha de ressuscitar o boi. Com o boi vivo novamente, the festa reinicia-se e segue intensa, num ritmo frenético que contagia the todos e não deixa ninguém imune.” Outra história que deu origem ao evento,  “Foi que dois cearenses que ali chegaram, criaram o Boi para pagar promessa. Segundo eles, um Boi seria colocado para dançar nas festas de São João caso os dois tivessem sucesso na nova terra.”

Baseado nos relatos que é repassado e registrado através dos tempos podemos identificar the singularidade e the essência da manifestação renouned apresentada para públicos vindos de diversas partes do país, podemos perceber também o desejo das pessoas envolvidas no processo de elaboração das apresentações de mostrar sua arte, suas habilidades criativas e the capacidade de expressão, ainda assim o que é colocado em evidencia sempre, nos noticiários que anunciam o legal holiday é the exuberância da Amazônia, suas lendas, e o contexto irreal onde são imaginados os personagens.

Abraim conta que the descrição e significado dos bois podem ser percebidos da seguinte forma: “GARANTIDO - Simbolizado pelo coração vermelho, o boi foi fundado em 1913 por Lindolfo Monteverde, famoso cantor de versos do local. Durante o serviço militar Monteverde adoeceu, e fez promessa para São João de que, caso recobrasse the saúde, criaria um Boi que sairia todos os anos à rua enquanto ele vivesse. E assim continua até hoje. Quanto ao nome Garantido, as versões são muitas. Uma delas é de que teria surgido durante uma briga com o Boi contrário (em Parintins the torcida de um Boi chama o opposition de contrário). Segundo Lindolfo, “o seu Boi saia inteiro, enquanto o contrário sempre tinha o chifre quebrado. Isso é garantido” dizia ele.

“Vindos de Crato, Ceará, os irmãos Cid chegaram à região à procura de trabalho, mulher e filhos, e fizeram uma promessa the São João Batista: se alcançassem essas graças, reverenciariam o santo com um boi de pano. E assim aconteceu.

Como bons cristãos, juntaram-se ao ilustre filho de Parintins José Furtado Belém, advogado que fez carreira na política amazonense, e chegou the Vice-governador do Estado. Certo dia, os três estavam frente à Praça fourteen em Manaus, quando viram um Boi pertencente à família Antares, com o nome de CAPRICHOSO”.

Barbero 1990 p.122 afirma que “Não há possibilidade de definir the identidade informative senão the partir dos usos, que articulam memória e experiência, e the partir da posição relacional, enquanto relação histórica de diferença e contraste.” No Brasil  as manifestações folclóricas são diversas e em grande quantidade; cada uma com seus significados e particularidades, através delas as comunidades procuram mostrar sua cultura, the forma como pensam e executam suas atividades rotineiras. A questão é como essa expressividade pode gerar desenvolvimento e arrecadação financeira para os lugares onde são originadas e apresentadas.  O legal holiday de Parintins tomou dimensões talvez nem imaginada por seus criadores, the espetacularização midiatica entra em ação, atraindo os olhares para o povo de uma região tantas vezes considerada inabitada e inexpressiva, onde os assuntos merecedores de atenção são sua biodiversidade,  os escândalos como desmatamentos, tráfico de animais e conflitos por terras.

Quando the mídia divulga o festival, as pessoas que vivem em outras regiões do país não são esclarecidas quanto às origens desta manifestação. Abraim 2007, diz que em “Parintins os dias 28, twenty-nine e thirty de junho eram dedicados exclusivamente aos espetáculos proporcionados pelos dois bumbás rivais, CAPRICHOSO e GARANTIDO, que durante horas em cada noite encenam um verdadeiro protocol amazônico com Pai Francisco, Mãe Catirina, Tuxauas, Cunhã Poranga, Pajé e suas inúmeras tribos, lendas e rituais indígenas. Dançam em círculo ao som das toadas e o toque das palminhas ao ritmo cateretê (indígena), carimbó e marcha. Em uma decisão que contraria the tradição do legal holiday the partir de 2005 o legal holiday será realizado no último last de semana do mês de junho, sexta/sábado/domingo, é the tradição se rendendo ao lado comercial que no entendimento de alguns tal mudança pode atrair mais público e renda”.

Considerações Finais

A abordagem do Festival de Parintins feita através dos meios de comunicação, é uma forma encontrada de mostrar the região amazônica para o público de outras regiões. Através do espetáculo mostrado the Amazônia é mais uma vez the apresentada como um lugar de lendas e hábitos excêntricos, sua identidade é contextualizada de modo metafórico, onde the combinação natureza e sociedade chega the ser cogitada como algo místico. A idéia de identidade se estabelece enquanto uma representação que é veiculada pelos meios de comunicação, com interesse principal do estado e de mercado que são colocados através de ações governamentais.      

A festa do Boi Bumbá de Prarintins, hoje é um grande símbolo da Industria Cultural, fazendo the idealização da Amazônia para “Gringos” e turistas verem: Belas Índias, cobras gigantes, mitos folclóricos, fazem parte do que antes epoch um acontecimento Cultural para o povo internal e presentemente se transformou no Mega evento que transporta centenas de pessoas de todos os lugares do Brasil e do mundo para the cidade de Parintins que há alguns anos atrás nem mesmo nós que vivemos na Região Norte conhecíamos, agora Parintins se tornou na collateral do Boi Bumbá , com torcidas organizadas que defendem ferozmente o seu boi do coração e order the cidade nesta época do ano exaltando seus símbolos principais que são os bois Caprichoso e Garantido, reverenciados por todo o Bumbodromo que foi criado especialmente para esta festa.    

 

 Referência Bibliografia

           

CASTELO BRANCO, Samantha. Novela do Judas sem the morte da cultura popular: the convivência entre os sistemas culturais. In: Comunicação & Sociedade, n. 27. São Bernardo do Campo: UMESP, 1997. 190p. pp. 123-135.

JORNAL DA FOLKCOMUNICAÇÃO

        Ano 1 – N. 1 – São Paulo, Brasil – eleven de agosto de 2003.

BOSI, op. cit. p.11. Para aprofundamento do tema, ler BOSI, Ecléia. Cultura e desenraizamento. In: BOSI, Alfredo. Cultura brasileira. São Paulo: Ática, 1987. p.16-41.

CUNHA, e Manuela Carneiro VIANNA, Hermano, Tradição da Mudança: A Rede das Festas Populares Brasileiras artigo publicado na Revista do Patrimônio, nº 32, 2005, edição sobre Patrimônio Imaterial e Biodiversidade.

LOUREIRO, João de Jesus Paes, Obras reunidas: cultura amazônica uma poética do imaginário – São Paulo: Escrituras Editora, 2001

BARBERO,Martin. Identidade Tecnológica e Alteridade Cultural. In: Novas Tecnologias de Comunicação. Editora Summus. São Paulo 1990. p. 122

VIANA, Letícia C. R. Antropologia e Comunicação – Editora Garamond  – Rio de Janeiro, 2003

Abraim Yusseff, http://www.overmundo.com.br, acessado em 02/06/2007

 

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